Quem somos

Quem somos?

Somos as Monjas Carmelitas do Mosteiro “Flos Carmeli”, vivemos em regime de clausura, numa vida de recolhimento dedicada a oração e a contemplação.

Uma autêntica vida contemplativa é necessariamente apostólica. Por isso, o espírito apostólico penetra toda a nossa vida, de modo que a oração e a imolação estão animadas pelo ardor missionário. Ainda que a clausura seja uma separação material do mundo, não nos impede uma justa solidariedade com a humanidade, através de nossas orações oferecidas ao Pai em favor da Igreja, dos ministros ordenados, dos missionários, enfim de todo o povo de Deus.

A VIDA CONTEMPLATIVA é um chamado ao AMOR pelo AMOR em Si mesmo. 

“No Coração de minha Mãe, a Igreja, eu serei o AMOR”. (Santa Teresinha do Menino Jesus) .

É exatamente isso que traduz a vida das contemplativas: formamos o Coração da Igreja, e aqui nos tornamos como o alicerce de todas as demais vocações que o Espírito Santo suscita no Corpo Místico.

A contemplação, não é um ato isolado, algo como uma experiência de pico, atingida só em algumas ocasiões ou de forma momentânea. Trata-se de um modo de vida.

Como cristãos, temos nossas raízes espirituais na experiência religiosa de Israel, e a principal característica da experiência religiosa do povo de Israel era ter percebido Deus como alguém presente em sua vida; em suas vitórias e em suas derrotas, suas alegrias e seus sofrimentos.

Chamadas por Deus ao Carmelo

A vida da monja carmelita se traduz em um desejo intenso de buscar o rosto de Deus, como “o único bem necessário”(Lc 10,42) Dedicamos e consumimos nossa existência na comunidade contemplativa a serviço da Igreja e da humanidade. Constantemente impulsionada à contemplação e a posse total de Deus que nos chama e nos sustenta.

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Ideal da monja carmelita

O compromisso de viver em obséquio de Jesus Cristo, dom carismático da Ordem, encontra nas monjas uma forma própria de expressar na Igreja o ideal contemplativo com que nasceu e do qual vive o Carmelo.

Sentindo se parti viva no coração da Igreja e do mundo, as monjas compartilham a sua experiência claustral, acolhendo com alegria e generosidade a todos os que dela se aproximam.

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Nossos inspiradores

Na constante busca do rosto de Deus, encontramos na Virgem Maria e no exemplo do Profeta Elias, a fonte de inspiração para abraçar o ideal carmelitano.

Em Nossa Senhora contemplamos o modelo perfeito de adesão a Deus mediante o seu sim generoso e fiel ao projeto do Pai.  É tendo uma familiaridade com Ela que podemos compreender e viver profundamente a sua atitude de escuta e de resposta à Palavra de Deus.

Com Profeta Elias, aprendemos a ler os novos sinais da presença de Deus. Ele é o contemplativo arrebatado de zelo pelo absoluto de Deus, e cuja, palavra ardia como um facho, e é pela força desta experiência que o faz comprometido com a vida do povo.

nova3Silêncio e solidão

O silêncio é a atitude necessária para acolher Deus e a sua Palavra, é o ambiente vital da oração vigilante. Nosso dia-a-dia está dividido entre o tempo de silêncio, oração e vida comunitária.  Em união com a Igreja nos reunimos sete vezes ao dia para rezar a Liturgia das Horas. Dedicamos também o tempo que é fundamental para oração silenciosa e pessoal, onde oferecemos o nosso louvor, elevamos as súplicas e a ação de graças de tantas e tantas pessoas que se confiam as nossas orações.

A Celebração Eucarística  (Santa Missa) ocupa o centro do nosso dia, onde reunidas à volta da Mesa do Senhor, escutamos a Palavra para a tornar viva ao longo do dia.

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Nossa vida de trabalho

Como parte de nossa condição humana, o trabalho é para nós um meio de aperfeiçoamento de nossa vida contemplativa, caminho de solidariedade com a humanidade e exigência da pobreza evangélica.

Trabalhamos de forma simples como em qualquer casa em seu dia-a-dia. Também temos a fabricação de hóstias, a confecção de paramentos litúrgicos e os diversos trabalhos manuais que fazemos para ajudar na subsistência da comunidade.

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Nosso Apostolado

Como monjas carmelitas, servimos a Deus e à humanidade na Igreja e com a Igreja. Com nossas vidas dedicadas à oração e à contemplação recordamos ao mundo de hoje a importância e a necessidade dos verdadeiros valores espirituais. Sem deixarmos a clausura cooperamos com a missão evangelizadora, no anuncia da Palavra de Deus.

Destacamos três realidades fundamentais desse movimento evangelizador de nosso Carmelo:

*Os grupos de peregrinação de Nossa Senhora do Carmo, desde 1980, esses grupos partem do mosteiro para as visitas nas casas levando a Imagem de Nossa Senhora.
*O grupo de oração desde 1975, grupo este que se reúne semanalmente para ouvir e meditar a Palavra de Deus.
*A Ordem Terceira do Carmo, os leigos consagrados são como que uma extensão externa do mosteiro a levar e vivenciar o carisma carmelitano no meio do povo.

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“Um contemplativo é aquele que sabe descobrir Deus em todas as coisas”. 

Etapas da formação

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O objetivo supremo da formação na vida religiosa é a transformação de si mesmo em Jesus Cristo. Esta formação tem um significado eminentemente progressivo, abrangendo as várias dimensões da vida humana e cristã, religiosa e carmelita.

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Um coração que ora é um coração que ama”. 

Se você escutou o chamado de Deus para a vida contemplativa, não hesite em dar sua resposta sincera e generosa.
Entre em contato conosco.

 

9 ideias sobre “Quem somos

  1. Adorei ver as irmãs ❗❗❗Reconheci. Irmã. Maria. Do Carmo .Quantas saudade….lembro➖me de irmã. Maria. Ondina, irmã Maria Angélica,irmã. Marlene,irmã Sonia,irmã Terezinha. ,a saudosa e queridíssima irmã Alice,Que Deus a tenha na sua gloria……As. Irmãs de Paranavaí irmã. Antonia ,Elisea Joana,Natalina,irmã Maria de Lourdes que e. Sobrinha de irmã. Maria do Carmo❗❗❗ Quantas lembranças boas do Mosteiro…….Abraços a todas❗❗❗…Fiquem com Deus.

  2. Queridas irmãs,
    Salve Maria, Mãe do Carmelo!

    Meu nome é Tarcísio, sou da mesma cidade de Ir. Marlene. Fomos vocacionados juntos em Luís Gomes RN.
    Fui religioso da congregação das Divinas Vocações.Hoje sou casado.
    Fiquei gravemente doente dos rins.Fiz um transplante renal e agora perdi o enxerto.Estou fazendo hemodiálise.
    Alguns dias fiz uma cirurgia no braço e estou muito doente.
    Peço vossas orações.
    Um abraço fraterno na minha querida irmã Marlene e em todas vocês.
    PAX!

  3. Salve Maria!

    Querida Irmã gostaria de saber com quantos anos vocês aceitam as jovens que querem ingressar na vida monástica, pois tenho trinta e cinco anos, tenho experiência da vida religiosa, pois fui de uma comunidade de vida ativa,mas pedi licença dos votos fazem quase três anos, fiz a pouco tempo uma experiência com as eremitas em Sergipe, mas gostaria de fazer com as descalças. Então como faço para conhecer-vos e se realmente há possibilidade.
    Obrigada pela atenção.
    Deixo-vos nos Santíssimos corações de Jesus e Maria.
    Vossa indigna Nielma

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